Recentemente, o governo Dilma anunciou a “importação” de 6 mil médicos, alegando suprir a falta de profissionais nas cidades do interior e em localidades longínquas. O argumento da contratação é a falta de médicos nos cinturões e grotões de pobreza, periferias metropolitanas e pequenas cidades, onde médicos brasileiros não querem trabalhar devido aos baixos salários e condições precárias de atividade profissional. Segundo o Ministério da Saúde seriam contratados espanhóis, portugueses e cubanos com o intuito de ofertar atendimento básico a essa população.
A classe médica pernambucana é contra esta conduta e acredita que tal posicionamento seja “apenas uma solução barata e paliativa para mascarar a crise na saúde”. O membro da Comissão de Saúde da OAB, Dr. Gláucio Veras, doutor em neurocirurgia se posicionou sobre o assunto. “Exército de reserva pode funcionar na indústria, parafusos e engrenagens são importantes, mas diferente da saúde. É a minha, a sua e a vida dos outros que está em jogo”.
Fonte: Nill Júnior

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